As árvores dançam ao som da sinfonia
de cigarras, grilos, rãs e assanhaços...
E quando a luz se esvanece
O tecer das teias, as batidas de asas,
De roçar de dedos
O piscar de olhos
E o leve suspirar.
Lara S.
Até o sol agradece e se despede
para deixar os outros verem o esplendor que há
em assistir o cair da noite
ao som de uma orquestra tão rudimentar.
E quando a luz se esvanece
fica silencioso o lugar
até que ecoam as primeiras notas
da relva, das estrelas e do luar.
O tecer das teias, as batidas de asas,
o piar rouco, o leve ronronar
dão inicio, agora e desde sempre
ao ciclo milenar.
De roçar de dedos
O piscar de olhos
E o leve suspirar.
Lara S.
