domingo, 26 de fevereiro de 2012

Sorriso no silêncio

Em verdade venho tatenado o silêncio
Tentando compreendê-lo
Mas de nada me adianta se o que busco           
Na verdade é desconhecido
Não é meu nem seu, não há muitas escolhas
Agora sigo um caminho solo.
Nesse vazio que me encontro
Nada me parece familiar,
só esse gosto de nada na boca e essa imensidão no olhar.
Imensidão inerente aos olhos do desabirgados
Daquelas que não tem parada
Que são do mundo
Talvez eu busque incoscientemente
Seu colo em busca de abrigo
Seu sorriso em busca de paz
Essa inquietude que move minha alma
Atiça meu coração e não deixa compreender mais nada.
Os sentimentos se perderam em meio à imensidão
A alma se calou
E um frio tomou conta do coração
Os olhos tornaram-se cinza, não já brilho, não há luz, não há nada
Nada... nada..
Grita ao tempo. responde o eco com o som da minha voz
Ainda assim não digo nada.
Não desejo choro
Nem o posso, as lágrimas perderam no caminho
Mas não desejo reeencontrá-las
Se posso pedir algo
Quero de volta a minha paz
Me devolva seu sorriso.
Para qu eue não me perca mais.
                                                                                                                                       (Jânderson Bispo)

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